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MOTIVAÇÃO: EMPRESA E FUNCIONÁRIO NO MESMO CAMINHO…

Um dos maiores desafios que deparamos ao gerir uma equipe é manter a motivação de cada integrante. Esse trabalho com certeza acontece em duas vias:
O funcionário…
Do funcionário onde o autoconhecimento pessoal, emocional e profissional é chave para o sucesso. Porém, esse processo não é fácil de ser feito. Exige maturidade e em muitas vezes a ajuda de terceiros.
O jogo começa explicando que não existe ambiente onde isso não possa acontecer. Por mais operacional ou rotineiro que você julgue seu trabalho, eu posso lhe garantir que existem diversas formas de encara-lo e consequentemente de crescer com ele.
O jogo começa no modo single player. Faça o seu trabalho com perfeição, seja referência para equipe, para o cliente, para o gestor e principalmente para você. Tenha certeza de que fez aquilo da melhor maneira e melhor do que a última vez. Você pode não chegar à perfeição, mas o esforço por alcança-la será recompensado.
Faça “benchmarking” com a equipe, é muito provável que alguém faça alguma coisa diferente e em alguns casos, melhor do que você. Isso não é um problema, desde que você aprenda e continue melhorando.
Defina metas, ter um objetivo facilita o caminho. Teste o seu limite, saiba se você está evoluindo diariamente ou se pode ter desviado do caminho sem perceber.
Busque sempre a opinião de quem está ao seu redor. Pares, superiores, subordinados, clientes ou fornecedores. Posso garantir que sempre vão existir visões míopes do que está acontecendo. Ou você não está vendo algo que poderia ser melhor ou quem deveria não está enxergando o que você está fazendo. Você pode esperar isso mudar, ou ser o responsável pela mudança.
A empresa…
Empresa e os gestores que a representam precisam estender a mão para cada funcionário nesse caminho de desbravamento do mundo empresarial e pessoal. Com certeza um funcionário que se sente amparado nessa situação será mais fiel e comprometido.
O desafio é gigantesco, pois cada membro do time é feito por um conjunto de ambições, anseios, emoções, dúvidas, necessidades e egos diferentes. Cada um com um pouco mais ou um pouco menos desses ingredientes. E como tudo isso é gerenciado e percebido no dia a dia é que faz com que alguém esteja ou não motivado.
Algumas forças estão presentes e não são necessariamente controláveis. Uma delas é o mercado. Ele está aquecido. Surgem mais vagas do que profissionais capacitados e com isso o bom empregado está valorizado. Não reme contra a maré, faça com que remem até você. A empresa precisa ser desejada, não só por quem está vendo do lado de fora como por quem faz parte dela. É como um relacionamento sério, a conquista é diária e não até o primeiro beijo.
O perfil do profissional é cada vez mais jovem e pluralista. Sedentos por colocar em prática tudo que estão aprendendo em faculdades aliados a vontade de fazer de pouco um tudo, mesmo que superficialmente, são componentes perigosos para gestão. Geram profissionais instáveis, que buscam o crescimento a qualquer custo, tudo em curto prazo. Esse perfil de certa forma volúvel faz parte da “adolescência profissional” e tende a amenizar com o passar dos anos e experiências.
Como lidar com tudo isso? A empresa e seus gestores precisam trabalhar desde o início do ciclo. O processo seletivo deve ser estruturado, as pessoas precisam ter o perfil adequado, as diretrizes de motivação devem ser as mais congruentes possíveis com o que a empresa pode e quer oferecer.
Uma vez dentro de casa é preciso cuidar, desenvolver e compartilhar. A empresa é feita por pessoas, investir nas pessoas é investir no crescimento do negócio. Investir não está atrelado apenas ao lado financeiro. Um funcionário que se sente parte de alguma coisa renderá sem sombra de dúvidas muito mais do que aquele que está lá para cumprir mais um dia de horário. Os objetivos da empresa e funcionário devem estar conectados de alguma forma.
Esse trabalho é composto por diversos fatores como endomarketing, coaching, plano de carreiras, remuneração por metas, boa comunicação, desenvolvimento contínuo entre outras práticas ligadas a gestão estratégica de pessoas. A composição correta desses fatores precisa ser testada e aprimorada constantemente.

Com todos os esforços, o retorno não será 100%. Porém, é necessário acreditar que onde houver o retorno, compensará os esforços perdidos.

About Bruno Borges

Formado em Comunicação Social com ênfase em Marketing pela ESPM e MBA em Gestão Empresarial e Inovação Tecnologica. Atua no mercado online desde 2003. Com passagem por empresas como Predicta e Terra, atualmente é Gerente de Marketing Digital do Groupon. Co-fundador dos sites www.vozdoestadio.com.br e www.digitalking.com.br.

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